História para quem esqueceu, ou nunca soube.


         
Em 1929, a União Soviética desarmou a população ordeira.
De 1929 a 1953, cerca de 20 milhões de dissidentes, impossibilitados de se defenderem,
foram caçados e exterminados.


         
Em 1911, a Turquia desarmou a população ordeira. De 1915 a 1917, um milhão e meio de armênios, impossibilitados de se defenderem, foram caçados e exterminados.


         
Em 1938, a Alemanha desarmou a população ordeira.
De 1939 a 1945, 13 milhões de judeus e outros "não arianos", impossibilitados de se defenderem,
foram caçados e exterminados.


         
Em 1935, a China desarmou a população ordeira.
De 1948 a 1952, 20 milhões de dissidentes políticos, impossibilitados de se defenderem,
foram caçados e exterminados.


         
Em 1964, a Guatemala desarmou a população ordeira.
De 1964 a 1981, 100.000 índios maias, impossibilitados de se defenderem, foram caçados e exterminados.


         
Em 1970, Uganda desarmou a população ordeira.
De 1971 a 1979, 300.000 cristãos, impossibilitados de se defenderem, foram caçados e exterminados.


         
Em 1956, o Camboja desarmou a população ordeira.
De 1975 a 1977, um milhão de pessoas "instruídas", impossibilitados de se defenderem, foram caçados e
exterminados. Pessoas indefesas caçadas e exterminadas nos países acima, no século XX, após o desarmamento
da população ordeira, sem que pudessem se defender: 56 milhões.


         
Há doze meses o governo da Austrália editou uma lei obrigando os proprietários de armas a entregá-las para
destruição. 640.381 armas foram entregues e destruídas, num programa que custou aos contribuintes mais de
US$ 500 milhões. Os resultados, no primeiro ano, foram os seguintes:


         
Os homicídios subiram 3.2%, as agressões 8.6%, os assaltos a mão armada 44%. Somente no estado de Victoria,
os homicídios subiram 300%. Houve ainda um dramático aumento no número de invasões de residências
e agressões a idosos.


         
Os políticos australianos estão perdidos, sem saber como explicar aos eleitores a deterioração da segurança
pública, após os esforços e gastos monumentais destinados a "livrar das armas a sociedade australiana".
Naturalmente, a população ordeira entregou suas armas, enquanto os criminosos ignoraram essa lei,
como já ignoravam as demais.


         
O Reino Unido, país tradicionalmente tranquilo, onde até a polícia andava desarmada, adotou o desarmamento
da população ordeira. Pesquisa realizada pelo Instituto Inter-regional de Estudos de Crime e Justiça das Nações
Unidas revela que Londres hoje é considerada a capital do crime na Europa. Os índices de crimes a mão armada
na Inglaterra e no País de Gales cresceram 35% logo no primeiro ano após o desarmamento. Segundo o governo,
houve 9.974 crimes envolvendo armas entre abril de 2001 e abril de 2002.
No ano anterior, haviam sido 7.362 casos.


Os assassinatos com armas de fogo registraram aumento de 32%. A polícia já está armada. Você não verá as informações acima disseminadas na imprensa local. Com honrosas exceções, a imprensa está fechada com as ONGs internacionais que pregam o desarmamento, por mais perigoso e ineficaz, Deus sabe com que propósitos. Armas em poder da população ordeira e responsável salvam vidas e defendem a propriedade. Leis de desarmamento afetam somente a população ordeira. Em 2003, com a aprovação do absurdo Estatuto do Desarmamento, o Brasil iniciou o processo de desarmar a população ordeira. Salvo engano, isso quer dizer Você. E se você não lutar contra isso, você ou sua família poderão ser as próximas vítimas indefesas. Com armas, somos cidadãos e podemos manter nossa soberania. Sem armas, somos súditos.




Quem desarma a vítima fortalece o agressor. Na hora do perigo, será que a polícia vai estar lá? Nossas Forças Armadas, será que estão prontas? O Brasil tem a mania de andar na contra-mão da história. E aqueles que tomam, por nós, as decisões, estão confortavelmente protegidos pelo aparato de segurança do Estado, circulando em carros blindados, tudo pago pelo nosso dinheiro. A única coisa que temem é o uso consciencioso do voto. Do nosso voto.


Não atire para matar, mas atire para ficar vivo. Criminosos adoram o desarmamento das vítimas. Faz a atividade deles muito mais segura. Quem não luta pelos seus direitos, não tem direitos. Repassar essa mensagem pode ser a sua forma de lutar. Escolher bem na hora de votar, exigir o compromisso de cada candidato com a sua segurança, também. Quer saber mais?


Observador do Povo (Völkische Beobachter)
Judeus proibidos de possuirem armas por ordem do Reichsfuhrer Himmler
Munique, 10 de Novembro [de 1938]

O SS Reichsfuhrer e chefe da polícia alemã despachou a seguinte ordem:
Pessoas que, de acordo com a lei de Nuremberg, são consideradas judias, estão proibidas de possuir qualquer arma. Infratores serão condenados a um campo de concentração e encarcerados por um período de até 20 anos.


"Quando todas as armas forem propriedade do Governo e dos bandidos,
estes decidirão de quem serão as outras propriedades"

Autor: Benjamin Franklin    

Aprenda a chamar a polícia... Falando em desarmamento...

Eu tenho o sono muito leve,
e numa noite dessas notei que havia alguém andando sorrateiramente no quintal de casa.
Levantei em silêncio e fiquei acompanhando os leves ruídos que vinham lá de fora,
até ver uma silhueta passando pela janela do banheiro.
Como minha casa era muito segura, com grades nas janelas e trancas internas nas portas,
não fiquei muito preocupado mas era claro que eu não ia deixar um ladrão ali,
espiando tranqüilamente.

Liguei baixinho para a polícia informei a situação e o meu endereço.
Perguntaram-me se o ladrão estava armado ou se já estava no interior da casa.
Esclareci que não e disseram-me que não havia nenhuma viatura por perto para ajudar,
mas que iriam mandar alguém assim que fosse possível.

Um minuto depois liguei de novo e disse com a voz calma:
Oi, eu liguei há pouco porque tinha alguém no meu quintal.
Não precisa mais ter pressa.
Eu já matei o ladrão com um tiro da escopeta calibre 12,
que tenho guardado em casa para estas situações.
O tiro fez um estrago danado no cara!

Passados menos de três minutos, estavam na minha rua cinco carros da polícia,
um helicóptero, uma unidade do resgate, uma equipe de TV e a turma dos direitos humanos,
que não perderiam isso por nada neste mundo.
Eles prenderam o ladrão em flagrante, que ficava olhando tudo com cara de assombrado.
Talvez ele estivesse pensando que aquela era a casa do Comandante da Polícia.

No meio do tumulto, um tenente se aproximou de mim e disse:
Pensei que tivesse dito que tinha matado o ladrão.
Eu respondi:
Pensei que tivesse dito que não havia ninguém disponível.

Autor: Luís Fernando Veríssimo.    




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