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Mais uma cruz é elevada e cumpre a sua função. Mais um prisioneiro é punido. Mais um homem é crucificado. Mas a escuridão do céu anuncia injustiça. O punido não é simples prisioneiro, e sim o libertador. O crucificado não é apenas um homem, e sim a divindade. E a cruz assume nova função. No terceiro dia, Cristo transcende as fronteiras entre a morte e a vida. Ressurge glorioso, rompendo as correntes do ódio, da prepotência e do egoísmo. Vence a cruz, sua última morada e trono de vitória. Vence a humilhação para maravilhar-nos com sua bondade. Ressurge para nos mostrar que o viver não tem limites e a morte é apenas a porta que nos conduz à sua essência. Provou-nos que a vida é o maior dom entregue por Deus. Deste modo plenificou o sentido da Páscoa. Autor Desconhecido |
